sábado, 25 de julho de 2015

Travessias Uricanal e Cobiçado x Ventania

   Agora que eu "renasci" vamos a este curtos relatos sobre o que se seguiu em relação as trilhas anteriores. Curto, pois acabei de retornar da Serra Fina e fiz o trecho completo. Mas este é papo para o próximo relato, que pretendo fazer em vídeo.

   Travessia Uricanal - 14 de Junho de 2015


   Além do Meu Castelo, este era um outro lugar que tinha um grande desejo de conhecer. Mas sinceramente me decepcionou um pouco, já que pensava que seria mais longo. Do ponto de ônibus em Caxambu até o restaurante do Tourinho no Bonfim, onde termina foram apenas três horas e meia. E não possui tantos obstáculos assim. Mas vamos lá.

Como disse anteriormente saltamos, eu, Willian o amigo dele Carlos no ponto de ônibus por volta das 09:30 Hs. Ajeitei o meu novo "gadget". Uma Sony Action Cam, com uma tira na cabeça que se tornou uma péssima ideia pelo posicionamento, mas que eu só iria perceber isso quando fizesse a Travessia Cobiçado x Ventania.

Logo no início da trilha.

Começamos a caminhar pela zona rural, por cerca de uma hora pelo "Caxambu Pequeno" até chegar na estação de captação de água das "Àguas do Imperador". Antes disso passamos por umas bifurcações de estrada para chegar até aí. 

No fundo o Alcobaça. Iriamos passar pelo vale ao lado direito dele.

Quando chegamos na estação de captação de água descobrimos, que o caminho não era este. Teriamos que voltar e seguir pelo caminho de cima. Como estava seguindo o GPS e o caminho indicava por ali, o responsável acabou deixando a gente passar para evitar de darmos uma grande volta. O Tracklog que eu peguei foi de um grupo que vinha na direção contrária. E eles devem ter dado de cara com a estação quando desciam. Posteriormente tentarei ajeitar isso.

De início a trilha se mostrava bem fechada. Era óbvio que aquilo era um caminho alternativo. mas não demorou muito para chegarmos na principal. Vimos isto com dois pequenos tocos de ponta amarela. Uma trilha que continuava a frente agora mais larga e outra para a direita que deveria levar para o ponto de partida verdadeiro do percurso.

Tocamos para cima, passando por um trecho de lama preta coberto por folhas providencias, que nos auxiliaram na transposição e passamos ao lado de um pequeno poço. No verão seria uma ótima pedida para parada.


Continuamos a subir. Outra coisa que me chamou a atenção, é que apesar de ser uma subida não tinha grandes trechos puxados de ascensão. Continuamos a seguir até chegar na placa, que comprova que você fez o percurso. Estas placas são colocadas ao longo das trilhas do "Caminhos da Serra do Mar". Um projeto que une diversas trilhas, tornando um trecho de longo percurso.


Continuamos a subir, sempre tendo a companhia do rio, que escutávamos varias vezes. E assim continuamos a marcha, sem maiores obstáculos até a Placa que indicava o início da Uricanal, que coincidentemente é onde começa a trilha para o Pico do Alcobaça. Aquele mostrado em outra foto.


Continuamos por mais 20 minutos de trilha de onde já podíamos ver parte do Vale do Pinheiral (Bonfim). Depois se transforma em estrada rural. Continuamos caminhando por mais uma hora até chegarmos ao restaurante do Tourinho. Uma deliciosa comida feita no fogão a lenha. Hummmm.


Melhor parte da trilha :-)

Outros comentários que deve ser mencionado:

a) A trilha, de ponta a ponta, durou cerca de três horas e meia. Desde o Ponto de ônibus no Caxambu até o restaurante do Tourinho. Saímos às 09:30 Hs e chegamos as 13:00 Hs.

b) Existem diversas sinalizações com tocos ao lado da trilha com a ponta amarela. Além disso a cada Kilometro tem um toco maior com a kilometragem:


Assistam ao vídeo a seguir que possuem maiores detalhes:



Travessia Cobiçado x Ventania em 12/07/2015


Meu primeiro pernoite pós-cirurgia, transportando cargueira era muito aguardado. Juntaram-se a esta "trip" Alex e Rita que haviam feito a travessia do Rebouças x Maua comigo no ano passado e mais os novos "Camelos" Leonardo, Lauro e Fellipe. Na verdade este trecho é geralmente feito em um dia, mas como gostamos de acampar, fazemos com cargueiras e pernoitamos no Alto da Ventania.

Vim de carona no carro do Alex, junto com a sua namorada Rita a partir da rodoviária Novo Rio rumo a Petrópolis, onde paramos no centro para um reforço no café da manhã e seguimos para Três Pedras em Caxambu. Aguardamos a chegada dos demais. Leonardo e Lauro chegaram de carro, enquanto o Fellipe veio de ônibus. Havia marcado 09:00 hs para começar a subida, mas com todos reunidos às 08:30 hs, começamos mais cedo. O Ponto de encontro é em frente a esta igreja ao fundo. De Nossa Senhora da Penha.



O primeiro trecho ainda é na Zona Rural. Uma longa estrada, bem ingrime, morro acima até chegarmos no fim dela e entrarmos a esquerda. Logo percebemos que o tempo não estava muito favorável, mas a previsão do tempo era de parcialmente nublado. Confiante na meteorologia continuamos o percurso. Ainda na estrada, que entramos a esquerda, paramos para reabastecer neste que seria o ponto inicial de água. O outro só no final do dia. Neste momento nos deparamos com um problema. Um dos membros trouce Clorin de "1000 litros" em vez do de um ou dois litros que é o ideal para purificar a água. Orientei ao mesmo para esfarelar levemente o mesmo na garrafa e reabastecer. Isto iria gerar um problema mais tarde.

No ponto de água.


Continuamos a jornada até o verdadeiro início da trilha. Paramos para tirar fotos e entramos.


O início antigamente era bem fechado, não tinha esta placa. Você somente se orientava pela pedra da foto atrás que tinha uma setinha amarela. Mas graças ao projeto do Caminhos da Serra do Mar houve uma manutenção do percurso que melhorou muito em todo ele. Antes era necessário até facão para percorrer.

Passamos por alguns obstáculos como troncos caídos, um barranco e continuamos a percorrer até começar a ingrime subida do Morro do Cobiçado. São cerca de 340 metros de altura para ser feito. Vale lembrar que esta travessia tem dois trechos puxados. Uma é esta subida, o outro é do morro seguinte que é o Vândalos. Mas vamos sofrer com um de cada vez :-).

Cadê o cume do Cobiçado?

Como podem ver pela foto acima, o nosso primeiro objetivo estava indicando cada vez pior as condições do tempo. Continuamos subindo até pararmos no primeiro platô. Neste momento eu refleti se a dor e sofrimento valeria a pena. Liguei o "dane-se" e continuamos a subir até um pequeno platô que antecede o ataque final ao cume para um breve descanso. 

Partimos novamente. Agora adentrando nas nuvens e sentindo o vento frio. Fomos andando calmamente até chegarmos ao cume. Lá foi um festival de procurar "janelas" entre as nuvens para poder tirar fotos. Foi até divertido. Comemos alguma coisa, descansamos por cerca de 30 minutos e partimos rumo ao Vândalos.





Neste percurso até la´o tempo melhorou e ficou mais fácil de visualizar as paisagens que tanto queríamos. Aos poucos as nuvens foram descortinando e todo o visual esperado foi aparecendo. Para chegarmos ao Vândalos temos que descer até um pequeno vale, para depois começarmos a subir novamente. Muitos perguntaram por que não tinha uma ligação direta de um cume ao outro. rs. Outra coisa que começou a aparecer foi estrume de vaca. Em outras vezes já me deparei com as mimosas na trilha, sem nenhum incidente. Alem de ficar me desviando das "minas" que elas deixam pelo caminho.

Primeira aparição do Castelos do Açu



A subida do Vândalos foi bem mais tranquila. Com o tempo melhorando conseguimos visualizar cada vez mais as paisagens e o nossos próximos objetivos. Flanquear a Pedra do Diabo e caminhar até o Tridente e seu famoso "rala-bunda". Chegamos ao cume dele onde tinha outra placa para comprovar que você esteve no local. Aí dei um período maior de descanso. Cerca de 40 minutos. Alguns até dormiram.

Placas de marcação de Kilometragem também presente neste trecho

Alcobaça finalmente apareceu

Placa no Cume do Vândalos

Continuamos a percorrer agora rumo ao paredão do Morro do Diabo. Tínhamos que flanqueá-lo, mas neste trecho tínhamos que recolher os bastões, pois a mata aí é bem fechada e cheio de desnível. Inclusive possui uma corda para descermos um pequeno barranco. Como este ano penduraram a corda em uma outra árvore, provavelmente para evitar de pisarmos nela, resolvi descer na mão. Alguns decidiram descer pela corda até onde dava. Sem incidente. Continuamos andando e subimos um pouco até chegarmos na entrada da trilha que leva para o Cume do Diabo. Eram 14:15 hs. Aí eu deixei a descisão para o grupo de subir ou não. A trilha continuava e subir lá em cima era optativo. Dois votaram a favor de subir, os outros três queriam continuar, justificando o cansaço. Venceu a maioria e continuamos. Azar o deles. Pois perderam a melhor vista de toda a travessia.

Prosseguimos agora caminhando pela "serrilha" tendo cuidado com algumas passagens expostas. Até chegarmos ao Tridente.

Tridente - Último pico do dia.

Depois de vencer um pequeno "trepa-barranco" e subir ao cume do Tridente chegamos ao temível "rala-bunda". Mas antes de iniciarmos a descida percebi que um dos membros na estava bem. Motivo: Lembra do problema do Clorin lá no início deste relato? Pois é. O gosto da água não ficou muito bom e estava com bastante sede. Ele e o outro que estavam dividindo barraca e mantimentos. Por sorte deles além do meu Camelback, estava também levando uma garrafa cheia de água mineral de 1,5 litros. Se esbaldaram com a água. Não fiquei preocupado com a minha água do Camelback, pois faltava cerca de uma hora para acabar o percurso do dia. Mas com certeza irão prestar bastante atenção na próxima vez de comprar Clorin :-)

Descemos o "rala-bunda", que já foi mais temido. Agora nos prontos mais críticos possuem cordas que se tornaram verdadeiros corrimões.

O Tridente após a passagem do "rala-bunda".

Depois de passar pelo Tridente e percorre um pequeno trecho em mata seguimos pela bela crista descampada rumo ao platô do Alto da Ventania. Isso mesmo. O Alto da Ventania é um imenso platô onde possui um "cume" sul e outro norte. Mas ficamos no abrigo do "caçadores", que fica ao lado da fonte d'agua. Pegamos água e ficamos passeando em direção ao cume Sul e Norte curtindo as belas paisagens.

Minha Barraca

Todos reunidos. Da esquerda para direita: Fellipe, Leonardo, Arcanjo (eu), Lauro, Rita e Alex .



Depois de ver o pôr-do-sol fomos para as nossas barracas, comemos, ficamos conversando um pouco e então dormimos. 

No dia seguinte levantamos para ver agora o nascer do Sol. Como sempre lindo neste lugar.




Depois tomamos café da manhã, arrumamos nossas coisas e partimos. A partir daí é só descida acompanhando as torres de transmissão de energia elétrica, que cortam o lugar. Mas metros antes de terminar a trilha, paramos para tomar um bom banho.





Depois disso entramos em uma plantação de vegetais, abundantes na região e saímos na estrada de terra, que corta a região. Estávamos de volta a zona rural. Andamos mais cerca de 1,5 km aproximadamente até pararmos em uma bar para beber a "Coca-cola da Vitória". Mas antes um moço em uma caminhonete aparentemente voltando do centro nos ofereceu de graça, laranjas da terra. Pegamos algumas e colocamos na mochila. Gente do meio rural são muito simpáticos.



Percorremos mais cerca de 1.5 km até voltarmos ao ponto de partida. Isso mesmo. Apesar de não fechar um circuito completo o fim e o início da Travessia do Cobiçado x Ventania são bem próximos. A sequência de morros forma um "L" e a descida do Alto da Ventania é como se estivéssemos voltando.

Nos despedimos do ponto de partida. Eu Alex, Rita e Fellipe voltamos para o centro de Petrópolis onde almoçamos e depois retornamos ao Rio. Leonardo e Lauro voltaram no carro da esposa do Lauro que os aguardava.




E assim terminou mais uma travessia Cobiçado - Ventania. Com a certeza que eu estava pronto para fazer a considerada travessia mais difícil do Brasil: Serra Fina.

quinta-feira, 16 de julho de 2015

O renascimento de um Arcanjo - Trilha do Morro da Babilônia, Meu Castelo e Pico da Tijuca

Olá!

Estes últimos 09 meses não tem sido fácil para mim. 09 meses. Tempo de uma gestação. Coincidência? Há exatos nove meses atrás tive uma inexplicável crise de hipertensão. Muito provável provocado pelo stress do trabalho, que não vou mencionar extamente o motivo aqui, pois se trata de algo mais particular. Me assustou, que apesar de ser chocolatra e gostar de bebidas a base de cafeína, eu já maneirava nestes quesitos justamente pela minha idade (44 anos na época). Depois disso fiz uma operação para corregir uma pequena hérnia umbilical no início de fevereiro, mas que me deixou de molho por mais de três meses. Porém quando já estava pronto para voltar as atividades me veio uma crise de urticaria, que se prolonga até hoje e já e´considerada crônica, apesar de lentamente ela está indo embora. Neste meio tempo tive uma crise de labirintite. Pois é. Muita coisa ocorreu ao longo destes 9 meses que me colocaram de molho, mas mesmo assim eu voltei a trilhar. E não resolvi esperar a crise Urticaria passar, e nem ia esperar a Labirintite também ir, pois notava que ela me atacava mais quando eu deitava.

Morro da Babilônia - 09 de Maio de 2015 



 A minha primeira trilha pós-operação foi antes da crise da Labiritite, mas as urticárias já estavam presente. Morro da Babilõnia. Queria muito conhecer este lugar, pois muitos já tinham ido e inclusive aproveitado a gastronomia local. Abri um evento no grupo Trilhas e Camping, em que todos que marcaram que iam comparecer não foram. Infelizmente isso é normal lá. Mas graças a Deus apareceram três de última hora e fomos morro acima. Segui usando um tracklog, pois andar pelas vielas não seria fácil. Bingo. Pois dentro da comunidade não tinha nenhuma placa indicando o lugar que começava a trilha. Finalmente chegamos ao início e começamos a explorar os lugares. Vimos diversas vistas como de Copacabana, Rio Sul entre outras.



Porém, quando estavamos chegando ao mirante principal. O que dá para ver a Praia Vermelha e o Morro da Urca, eu me deparei com duas pessoas mal encaradas sem camisa, e no meio do caminho voltei. Se eles me notaram nem me deram bola. Talvez não fosse nada demais. Afinal estavamos em uma comunidade pacificada. Mas por via das dúvidas resolvi prosseguir por um outro caminho e fechamos o percurso sem ir no principal mirante. Mas fiquei de voltar lá outro dia. Paramos em um bar da comunidade para comemorarmos a empreitada.

 

Meu Castelo, Petrópolis - 17 de Maio de 2015

Sempre quiz conhecer este lugar. Mas amigos meus relatavam que o lugar estava largado e mal frequentado. Meio difícil de acreditar nisso, ainda mais se tratando de Petrópolis. Não que lá não tenha probema de vandalismo e outros tipos de violência. Mas é bem menos a incidência lá do que aqui. Abri o evento, informando que seria explorátorio. Mas logo o Claudio e sua esposa se propuseram a me levar lá, e que iria chamar uns conhecidos. Marcado. foi só esperar o dia.

Ele ficou de me pegar na av. Brasil. Era domingo. E apesar das 08:00 hs o lugar estava meio deserto. Tenho que marcar da próxima vez em outro lugar. Mas ele não demorou muito a aparecer. Partimos fazendo uma nova parada na Casa do Alemão ainda em Caxias. Encontramos com o restante do grupo e partimos. Nesta altura o evento já tinha deixado de ser do Trilhas e Camping e sim de um grupo de amigos. Na verdade eu é que já me sentia o convidado.

Fomos embora e só paramos no estacionamento em frente a trilha. Aliás para andar em Petrópolis, tem que conhecer bem, pois é um tal de direita e esquerda para lá e pra cá, que só quem tem conhecimento, ou GPS chegaria lá. Ou no meu caso que se não tivesse carona, iria de ônibus, mas até aí eu já sabia qual pegar.






A trilha é extremamente fácil. No início tem duas bifurcações pára direita. A primeira leva a uma bela represa. A segunda é o caminho mais usual de quem vai para o Meu Castelo. Você entra nesta segunda bifurcação, cruza um riacho, e passa ao lado de uma gruta. Segue pela trilha e chega a um trecho aberto, mas é só focar no Castelinho que aparece no momento que a trilha abre, que você não se perde. Lógico sempre tendo a preocupação de olhar para trás para marcar o caminho de volta.

A vista de lá é magnifica. Acho que é a mais próxima que temos do Rio de Janeiro. Pena que o lugar realmente está degradado, com várias pixações e lixo.







E foi isso. Como eu disse trata-se de uma trilha de curto percurso. Cerca de 40 minutos. Tem umas bifurcações no início e no trecho aberto é só procurar a trilha e o caminho de volta. Por falar em volta vá a represa, naquela primeira bifurcação. Vale a pena.


Depois desta trilha veio a maldota Labiritite. Ver o mundo girar é uma experiência extremamente desagradável.

Veja mais aqui no vídeo do Meu Castelo:



Pico da Tijuca - 06 de Junho


   Nesta época estava sendo assolado pela Labiritite, já estava medicado e ela ia diminuindo aos poucos. Mas como eu havia percebido que ela se manisfestava quando estava deitado, resolvi marcar a trilha do Pico da Tijuca assim mesmo. É simples o que passava pela minha cabeça: Teria que aprender a conviver com as doenças que me assolavam. Mas cuirosamente no dia que eu marquei, tive a minha primeira noite livre do "giro do mundo". E assim parti.
   Os que disseram que iam tiveram contra-tempos e não puderam comparecer. Iria fazer trilha solo. Já que foi assim eu resolvi mudar o roteiro, passando primeiro pelo Mirante da Cascatinha. O problema é que a subida vindo pela Trilha dos Estudantes é bem íngrime. E isto deu uma certa canceira. No meio da subida, abaixei a cabeça para mexer na câmera, e quando levantei fiquei um tanto tonto. Era sinal que a maldita Labiritite ainda estava presente. Mas também foi só neste ponto.
   Um porém aqui. Com a exceção deste evento, todas as vezes que eu fiz trilha, neste período conturbado, eu me sentia muito bem. Como se nada tivesse.
   Subi aquela bendida "subida da misericórdia" e finalmente chequei ao Mirante da Cascatinha, que depois que prolongaram com uma espécie de deck, ficou ainda mais bonita. É possível ver além da própria Cascatinha, o Pico da Tijuca, A Pedra do Conde, A Serra da Carioca entre outros.



Prossegui dai em direção a Capela Mayrink e de lá para o Centro de Visitantes. Segui pela estrada até o Bom Retiro onde inicia a Trilha do Pico da Tijuca.
Quem me conhece sabe que ando quase que na "sexta marcha". E as vezes agradeço ter gente mais lenta do que eu para dar uma maneirada e uma descançada. Mas como não era o caso lá vou eu andando ligeramente rápido até que uma hora cansa. Pensei que a bateria tinha acabado de vez. Mas me recuperei rápido eu fui andando aos poucos. E assim cheguei ao cume do Pico da Tijuca.




Voltei satisfeito da missão cumprida. Meu desempenho estava melhorando. Depois do Morro da Babilônia e do Meu Castelo, foi a trilha mais puxada que eu fiz. E Como eu fiz ela desde a praça, passando pelo Mirante da Cascatinha podemos considera-la como uma semi-pesada.

Nos próximos relatos irei postar sobre a Uricanal e a Travessia Cobiçado x Ventania.

Travessia Petrópolis x Teresópolis

Mais uma travessia para o bolso. Deve ser a quinta ou sexta bem sucedida. Realizada em Setembro de 2017 com direito a ida ao Portais de Hér...